Era solitário, o homem invisível. Todos lhe amavam mas ninguém o enxergava. Era pai, irmão, amigo, confidente, amante, protetor. Mas mesmo sob holofotes, simplesmente não era. Estava sempre lá, sem ser notado. Ouvia os segredos, aprendia, sentia. Era a muralha e o inimigo, sem lhe notar, seu poder temiam. Sabia muito, mostrava pouco. Logo esquecido, nenhuma falta fazia. E sozinho em sua solidão, chorava. Queria apenas que lhe enxergassem, lhe ouvissem, lhe notassem. Queria apenas saber como era existir. Dia após dia, enquanto suas lágrimas rareavam, sua alma morria. Pedaço por pedaço lhe arrancavam com mentiras e esquecimento. Seus risos diminuíram, seus cuidados acabaram. Resolveu ele se esquecer também. Plantou o bem mas não obteve colheita. Regou o solo das memórias com suas lágrimas mas não fez crescer nenhum fruto. Caminhou pela ...
Eu estou exausto Mental e fisicamente Não sei o quanto mais posso aguentar Não sei se eu aguento mais disso tudo Limite... É só oq eu consigo pensar Estou no limite da minha capacidade, não aguento mais Não importa quem cruza o meu caminho, estou sempre sozinho Minha missão não está nesse mundo, minha missão é além do véu, meu destino é derrubar deuses dos seus tronos apenas pra salvar uma alma Meu tempo nesse plano está chegando ao fim, a cada dia que passa é um dia a menos para meu tormento, para minha promessa Cada segundo aqui é um segundo a menos na busca da minha missão principal Eu me puno com minha última promessa nesse plano, mas até mesmo essa punição auto imposta está atravessando os limites do aceitável Não posso atravessar o véu sem cumprir essa promessa, ao mesmo tempo em que cumprir a promessa me deixa mais longe da minha promessa principal Sobre um túmulo eu prometi, e apenas sobre outro túmulo estarei liberto A sanidade me abandonou, a esperança me abandon...
Filho das moiras, que o tecem Excêntrico e capcioso deus Não nego, achei que esquecestes de mim Inconseqüente fui ao lhe testar Xamã da vida, senhor das escolhas Deixei de lhe seguir Encantado com o chamado de sua irmã Senhora da escuridão que tanto desejei Trago agora uma centelha de fênix Inconstante ainda, porém luminosa Nessas trevas de depressão O ontem ainda vive, mas já sonho com o amanhã
Comentários
Postar um comentário